segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Nota do Maestro Emérito

Após consultar as categorias de Orquestra, gostaria de informar a todos nossos amigos que nossa Orquestra será registrada como Orquestra Filarmonica de Metais, uma grande honra para todos nós!
De hoje em diante somos da Orquestra Filarmonica de Metais Sagrado Coração de Jesus.
Um grande abraço para todos!

VITÓRIA !!!

Caríssimos músicos, amigos e benfeitores de nossa Orquestra, é com grande alegria que prestamos conta do lucro de nossos trabalhos nestes últimos meses. Desde já deixamos claro que trabalharemos com suma transparência e honestidade buscando empregar todos os vossos esforços para a ampliação da Orquestra da maneira mais justa possível.
Graças às bençãos do Sagrado Coração de Jesus e a proteção de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, unidos todos em um único objetivo, conseguimos alcançar a marca nesta semana de R$ 6.200,00 em nosso caixa que serão convertidos na melhoria da Orquestra.
Muito obrigado a todos, meus parabéns bravos músicos, isto nos mostra que Nosso Senhor derrama suas bênçãos sobre a dignidade de vocês!
Quando fazemos verdadeiramente a nossa parte, Deus cumpre também a que cabe a Ele.
Viva nossa Orquestra, viva para sempre, vida longa aos que venceram no Sagrado Coração!

                                                    Maestro Emérito SD. Rafael R. Scolaro

domingo, 28 de novembro de 2010

Rifa, Coordenação, Fotos dos músicos.

Boa Noite a todos,
Hoje  temos algumas novidades, primeiramente quero em nome da Coordenação da Orquestra agradecer a todos que se esforçaram na compra e venda de nossa ação entre amigos que foi um verdadeiro sucesso, e depois anunciar a alterações do cargo de alguns integrantes da Orquestra, em breve postaremos o nome de cada músico acompanhado com sua foto, estou somente esperando a ação da equipe técnica, para que me enviem as fotos.
Nossa Orquestra hoje conta com mais de 40 jovens músicos e um vasto repertório de músicas religiosas, populares e clássicas, para que tudo isso fique em ordem desde as partituras, eventos e instrumentos, precisamos de uma equipe que se disponibilizem a ajudar-nos de verdade, por isso estamos sempre nos aprimorando para a melhor organização da Orquestra.
Por isso hoje contamos com o auxilio direto na coordenação e regência Sb. Rafael Rodrigo Scolaro;
Também contamos com a presença do primeiro Regente André Luiz de Deus Bueno, e o Spalla Tiago Soares da Gama;

Na Coordenação da Orquestra, contamos  como coordenador com o regente André Luiz de Deus Bueno,
o vice-Coordenador o Spalla Tiago Soares da Gama,
E secretário Jader Luiz Costa Simiano

Na equipe técnica como arquivistas e auxiliares da produção contamos com a assistência de:
Kelvin Geraldo Zizycki ;
Jader Luiz costa simiano;
Roberto Luiz costa simiano;
Tiago soares da gama
Maurício Henrique Maciel
E na equipe de manutenção:
Kelvin Geraldo Zizycki ;
Jader Luiz Costa Simiano;
Jean Carlos Cunha;
Tiago soares da gama
Maurício Henrique Maciel
Agradecemos a todos nossos seguidores e até o próximo post.
Cor Iesu Sacratissimum, Lancea Perforatum.

sábado, 27 de novembro de 2010

Ganhadores de nossa rifa

Caríssimos seguidores de nosso blog, hoje na sede de nossa Orquestra aconteceu o sorteio da terceira rifa da nossa Orquestra, os ganhadores de nosso sorteio forram os seguintes:

1° Prêmio R$ 300,00 --------------------- a ganhadora foi a D. Dorotéia
2° Prêmio Bicicleta ----------------------- a ganhadora foi a D. Dorotéia
3° Prêmio Aparelho de CD --------------- o ganhador foi Maycon
4° Prêmio R$ 50,00 ----------------------  a ganhadora foi D. Escolástica

Agradecemos todos os que empenharam-se na venda dos bilhetes, e podem ter a certeza que o dinheiro será convertido da melhor forma para a ampliação da Orquestra.    

Concerto de Natal

Caros seguidores de nosso blog,
Como prometido, vamos seguir nossos trabalhos deixando o blog cada vez mais dinâmico colocando sempre novas postagens.
Hoje temos como aviso,o 12º Concerto Beneficente Natalino de Órgão, com coral e canto lírico, no dia 2 de dezembro, às 19:00hs na Igreja Bom Jesus na praça Rui Barbosa, a entrada é um quilo de alimento não perecível.
Para aqueles que se interesaram na tradicional apresentação, nos encontraremos quinta-feira ás 17:30, na matriz da Paróquia Nossa Senhora da Anunciação. 

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

O QUE LEVA ALGUÉM A TOCAR TUBA?

Eu fico espantado com o número de pessoas, dentre meus conhecidos, que eram as últimas a serem escolhidas para comporem os times dos esportes coletivos no colégio. Por um lado é reconfortante. Afinal, não era só eu o pior jogador de seja lá o que for em seja lá qual colégio. Por outro, não faz sentido, pois não há tantas últimas vagas em todos os times já formados em todas as escolas primárias do mundo. Talvez seja um fenômeno explicado pelo agrupamento dos iguais.
Naturalmente, os menos dotados esportivamente se reúnem em grupos sociais bem definidos e, então é comum que quando alguém diga:
- Sabe… eu sempre era o último a ser escolhido nos times do colégio…
Daí você escute:
- Eu também!
- Eu também!
- Pois é… eu também… Isso quando eu não ficava no time reserva.
Se alguém me chamava para completar o time, pode ter certeza de que eu jogaria como goleiro. Ninguém quer jogar como goleiro, a não ser aqueles que têm a natural vocação para a coisa. Abençoados sejam. Pois quando eles estavam por perto era a minha chance de tentar mostrar meus dotes futebolísticos. De outra forma, lá ia eu para debaixo das traves.
De verdade, de verdade, ninguém quer ver um goleiro trabalhar. Quando ele começa a fazer muitos malabarismos, belas defesas e demonstrações de reflexos dignos do filme da trilogia Matrix é sinal de que todo o resto do time vai mal. O fato é que, se houvesse goleiro nos times de voleibol, neles também eu ocuparia essa função. Não sem antes ter sido o último a ser escolhido.

A tuba


Não há nada de atraente em uma tuba. O som é engraçado – não no sentido de gracejo, mas de cômico e de patético -, o formato é desengonçado e a forma de tocar desajeitada. É fácil imaginar bochechas infladas e rosadas e uma testa suando. Ao se ouvir uma orquestra várias perguntas surgem a respeito das escolhas dos instrumentistas. Afinal, o que leva alguém a tocar fagote, ou oboé, ou contrabaixo?
E para todos há respostas plausíveis. O fagote tem um timbre inigualável e exótico, o oboé, a complexidade e as nuances e até o contrabaixo tem seu glamour, seu apelo e seu tamanho desajeitado – que muda completamente a vida de seu instrumentista – celebrizado pelo monólogo O Contrabaixo, de Patrick Suskind. O contrabaixista é uma espécie de cristo da orquestra que, diariamente, precisa carregar sua cruz. Mas até para ele se consegue respostas. Talvez um certo masoquismo, uma certa megalomania, um certo apego a grandes objetos e a sons graves.
Mas o que leva alguém a tocar tuba? Contingência. Contingência é a primeira palavra que me vem à boca. Como a posição de goleiro. Nem sempre alguém quer assumi-la. Mas alguém tem que fazê-lo. A tuba não é uma amante. Não é nem mesmo uma esposa, a quem mais das vezes se está unido pelos laços burocráticos do matrimônio. Ela é uma tia gordinha.

Como se tornar tubista


Consigo imaginar a história de alguns tubistas – é assim que se chama? O sujeito, em casa, descansa. Assiste algum seriado na tevê e o telefone toca.
- Opa! Beleza, Antenor? Precisamos de alguém na nossa orquestra…
- …
- Pois é! Falta um músico…
- …
- Não importa que você não saiba tocar nada… aprende o básico na hora e o resto vai sem pressa…
- …
- Vem pra cá. Acho que já tenho até um instrumento pra você…
- …
- Ninguém quer tocar porque é… bem… meio complexo…
- …
- Não, não… você pega com facilidade… não importa se é complexo. O importante é que ele é um grande instrumento. Essencial e único. Na hora eu digo qual… é… ahn… surpresa…
Sim. O fato é que, em princípio, ninguém quer tocá-la. A tuba é um instrumento pelo qual ninguém se apaixona. As pessoas se apaixonam pelo trumpete e seus toques triunfantes, até pela nobreza aristocrática das trompas, mas nunca pela tuba. Até o nome é pouco atraente.
De início o sujeito coloca aquela coisa – digo, aquele instrumento – no colo, meio ressabiado. Aprende a embocadura e tira os primeiros sons. Talvez tenha sido um trumpetista que não deu certo. Talvez em uma orquestra de menor porte tivesse a chance de tocar clarinete.
O fato é que, quando ele percebe, já está encaixando a boca naquele metal como quem encara uma gengiva banguela. Na verdade, isso é só uma imagem por demais forte para, talvez, causar algum impacto no leitor e assim sensibilizá-lo para o drama que vive este personagem.

Um pouco de história

A tuba nasceu em Berlim, em 1835. Foi inventada por Wilhelm Wieprecht e construída por Johann G. Moritz. Como é conhecida nas orquestras e empregada até hoje surgiu em 1845, idealizada pelo belga Adolphe Sax, com três até sete válvulas que controlam as tonalidades.
Por incrível que pareça, alguns compositores importantes, como Berlioz, Wagner e Bruckner compuseram obras com solos de tuba. Tenho certeza de que o compositor inglês Ralph Vaughan Williams (1872-1958) foi um sujeito de moral intocável e sem nenhuma mania estranha, mas foi ele o autor do mais famoso concerto para tuba de que se tem notícia. Foi tocado pela primeira vez em 1954 pela Orquestra Sinfônica de Londres.
John Willians – aquele da música tema de Guerra nas Estrelas – , compôs um concerto em homenagem a Chester Smith, recém-aposentado tubista da Bonston Symphony e da Boston Pops, da qual Willians era regente.
Menos pops, há também a Sonata para Tuba e Piano, de Paul Hindemith, a Suíte para Tuba e Piano, de Gordon Jacobs, o Concerto para Tuba, de Edward Gregson e o Capricho, para solo de tuba de Krzysztof Penderecki. Todos pessoas, como diz o chavão, de conduta ilibada.
Não se pode deixar de citar o site do músico Gian Marco Aquino, tubista da Orquestra Municipal de São Paulo com material essencial para quem quer conhecer esse instrumento ou até mesmo dar os primeiros passos na arte de tocar tuba.

Depois de um tempo

Claro que, depois de um tempo, o tubista se torna uma pessoa importante do ponto de vista logístico da orquestra. Só ele sabe executar seu instrumento com algum esmero e os responsáveis pelos outros sopros saberiam tomar o encargo apenas com metade de sua capacidade.
Consigo imaginá-lo, após os ensaios e antes dos espetáculos, a polir com uma flanela aquela que, com seu espalhafato, o torna notável. De fato, a tuba não é um instrumento pelo qual alguém se apaixona. Mas o tocador de tuba conhece nobres sentimentos.
Proponho, inclusive, que as bandas de rock substituam o baixo elétrico pela tuba, muito mais vistosa e aeróbica. Ela inclusive tem a vantagem entre todos os instrumentos de uma orquestra. Ela é o único com peso e resistência o suficiente para servir como arma de defesa sem se danificar seriamente caso seja usada dessa forma.

Depois do ensaio


Depois do ensaio, alguns músicos jogam futebol. No estojo da tuba, as luvas de goleiro.
Quero agradecer a Gian Marco de Aquino, tubista da Orquestra Municipal de São Paulo e ex-goleiro do dente de leite do Brasília Futebol Clube. Também agradeço a participação e o bom humor de Felipe Moreira de Oliveira. Outro tubista, outro goleiro.

                                              Fonte: Livros e afins por Alessandro Martins

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Nota do Maestro Emérito

Estimados amigos, colaboradores e músicos da Orquestra Sagrado Coração, é com grande alegria que eu, maestro emérito desta orquestra dirijo-me a vós para felicitar a nova equipe dirigente da Orquestra.
A saber, André Luis (maestro titular), Tiago da Gama (spalla) e Jader Luis (secretário).
Uma grande equipe para uma grande orquestra, podemos afirmar.
Frutos da mesma orquestra que se destacam por seu testemunho, fidelidade, dedicação e técnica.
Gostaria de fazer também um agradecimento a nosso Reverendíssimo Cônego Antônio, grande colaborador e incentivador de nosso trabalho que aprovou com louvor nossa nova equipe.
Continuamos assim, unidos todos no Sagrado Coração, em nossa querida orquestra, que cresce notavelmente todos os dias.
Viva Cristo Rei!!!
                                   SD. Rafael Rodrigo Scolaro - Maestro Emérito e Fundador

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Atividades da Orquestra

Atividades de nosso final de ano:
NOVEMBRO

Dia 20 de novembro, no próximo sábado tocaremos o casamento de nosso amigo Maurício Scolaro com Susane na Paróquia Nossa Senhora da Anunciação, às 17:30 hs;
Dia 21 de novembro, no próximo domingo tocaremos na concentração das famílias do Apostolado da Oração, na Pontifícia Universidade Católica do Paraná, das 9:00 hs às 17:00 hs.
Dia 27 de novembro, acontecerá na sede da orquestra (Paróquia Nossa Senhora da Anunciação) às 20:00, o sorteio da rifa da orquestra. Convidamos a todos;

DEZEMBRO 
Dia 11 de Dezembro, tocaremos na inauguração e benção da torre da Capela Nossa Senhora da Esperança;
Dia 18 de Dezembro, a Orquestra fará o tradicional Auto de Natal no salão da Paróquia Nossa Senhora da Anunciação, às 20:00 hs;

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

MOTU PROPRIO TRA LE SOLLICITUDE DO SUMO PONTÍFICE PIO X SOBRE A MÚSICA SACRA

Já que nosso Blog, tem por tema central a música, e para nós a múcisa-sacra tem grande valor por elevar as almas a Deus por meio da arte, então achei um belíssimo documento de São Pio X reverente a música, vale a pena ler, tal exortação que ataca os erros na música-sacra já existentes naquela época, e como bom pastor São Pio X  mostra como ela deve proceder. Aproveitem!!!

MOTU PROPRIO TRA LE SOLLICITUDE DO SUMO PONTÍFICE PIO X SOBRE A MÚSICA SACRA

Entre os cuidados do ofício pastoral, não somente desta Suprema Cátedra, que por imperscrutável disposição da Providência, ainda que indigno, ocupamos, mas também de todas as Igrejas particulares, é, sem dúvida, um dos principais o de manter e promover o decoro da Casa de Deus, onde se celebram os augustos mistérios da religião e o povo cristão se reúne, para receber a graça dos Sacramentos, assistir ao Santo Sacrifício do altar, adorar o augustíssimo Sacramento do Corpo do Senhor e unir-se à oração comum da Igreja na celebração pública e solene dos ofícios litúrgicos.
Nada, pois, deve suceder no templo que perturbe ou, sequer, diminua a piedade e a devoção das fiéis, nada que dê justificado motivo de desgosto ou de escândalo, nada, sobretudo, que diretamente ofenda o decoro e a santidade das sacras funções e seja por isso indigno da Casa de Oração e da majestade de Deus.
Não nos ocupamos de cada um dos abusos que nesta matéria podem ocorrer. A nossa atenção dirige-se hoje para um dos mais comuns, dos mais difíceis de desarraigar e que às vezes se deve deplorar em lugares onde tudo o mais é digno de máximo encômio para beleza e suntuosidade do templo, esplendor e perfeita ordem das cerimônias, freqüência do clero, gravidade e piedade dos ministros do altar. Tal é o abuso em matéria de canto e Música Sacra. E de fato, quer pela natureza desta arte de si flutuante e variável, quer pela sucessiva alteração do gosto e dos hábitos no correr dos tempos, quer pelo funesto influxo que sobre a arte sacra exerce a arte profana e teatral, quer pelo prazer que a música diretamente produz e que nem sempre é fácil conter nos justos limites, quer, finalmente, pelos muitos preconceitos, que em tal assunto facilmente se insinuam e depois tenazmente se mantêm, ainda entre pessoas autorizadas e piedosas, há uma tendência contínua para desviar da reta norma, estabelecida em vista do fim para que a arte se admitiu ao serviço do culto, e expressa nos cânones eclesiásticos, nas ordenações dos Concílios gerais e provinciais, nas prescrições várias vezes emanadas das Sagradas Congregações Romanas e dos Sumos Pontífices Nossos Predecessores.
Com verdadeira satisfação da alma nos apraz recordar o muito bem que nesta parte se tem feito nos últimos decênios, também nesta nossa augusta cidade de Roma e em muitas Igrejas da Nossa pátria, mas em modo muito particular em algumas nações, onde homens egrégios e zelosos do culto de Deus, com aprovação desta Santa Sé e dos Bispos, se uniram em florescentes sociedades e reconduziram ao seu lugar de honra a Música Sacra em quase todas as suas Igrejas e Capelas. Este progresso está todavia ainda muito longe de ser comum a todos; e se consultarmos a nossa experiência pessoal e tivermos em conta as reiteradas queixas, que de todas as partes Nos chegaram neste pouco tempo decorrido, desde que aprouve ao Senhor elevar a Nossa humilde Pessoa à suprema culminância do Pontificado Romano, sem protrairmos por mais tempo, cremos que é nosso primeiro dever levantar a voz para reprovação e condenação de tudo que nas funções do culto e nos ofícios eclesiásticos se reconhece desconforme com a reta norma indicada.
Sendo de fato nosso vivíssimo desejo que o espírito cristão refloresça em tudo e se mantenha em todos os fiéis, é necessário prover antes de mais nada à santidade e dignidade do templo, onde os fiéis se reúnem precisamente para haurirem esse espírito da sua primária e indispensável fonte: a participação ativa nos sacrossantos mistérios e na oração pública e solene da Igreja. E debalde se espera que para isso desça sobre nós copiosa a bênção do Céu, quando o nosso obséquio ao Altíssimo, em vez de ascender em odor de suavidade, vai pelo contrário repor nas mãos do Senhor os flagelos, com que uma vez o Divino Redentor expulsou do templo os indignos profanadores. Portanto, para que ninguém doravante possa alegar a desculpa de não conhecer claramente o seu dever, e para que desapareça qualquer equívoco na interpretação de certas determinações anteriores, julgamos oportuno indicar com brevidade os princípios que regem a Música Sacra nas funções do culto e recolher num quadro geral as principais prescrições da Igreja contra os abusos mais comuns em tal matéria.
E por isso, de própria iniciativa e ciência certa, publicamos a Nossa presente instrução; será ela como que um código jurídico de Música Sacra; e, em virtude da plenitude de Nossa Autoridade Apostólica, queremos que se lhe dê força de lei, impondo a todos, por este Nosso quirógrafo, a sua mais escrupulosa observância.
I. Princípios gerais
1. A música sacra, como parte integrante da Liturgia solene, participa do seu fim geral, que é a glória de Deus e a santificação dos fiéis. A música concorre para aumentar o decoro e esplendor das sagradas cerimônias; e, assim como o seu ofício principal é revestir de adequadas melodias o texto litúrgico proposto à consideração dos fiéis, assim o seu fim próprio é acrescentar mais eficácia ao mesmo texto, a fim de que por tal meio se excitem mais facilmente os fiéis à piedade e se preparem melhor para receber os frutos da graça, próprios da celebração dos sagrados mistérios.
2. Por isso a música sacra deve possuir, em grau eminente, as qualidades próprias da liturgia, e nomeadamente a santidade e a delicadeza das formas, donde resulta espontaneamente outra característica, a universalidade.
Deve ser santa, e por isso excluir todo o profano não só em si mesma, mas também no modo como é desempenhada pelos executantes.
Deve ser arte verdadeira, não sendo possível que, doutra forma, exerça no ânimo dos ouvintes aquela eficácia que a Igreja se propõe obter ao admitir na sua liturgia a arte dos sons. Mas seja, ao mesmo tempo, universal no sentido de que, embora seja permitido a cada nação admitir nas composições religiosas aquelas formas particulares, que em certo modo constituem o caráter específico da sua música própria, estas devem ser de tal maneira subordinadas aos caracteres gerais da música sacra que ninguém doutra nação, ao ouvi-las, sinta uma impressão desagradável.
II. Gêneros de Música Sacra
3. Estas qualidades se encontram em grau sumo no canto gregoriano, que é por conseqüência o canto próprio da Igreja Romana, o único que ela herdou dos antigos Padres, que conservou cuidadosamente no decurso dos séculos em seus códigos litúrgicos e que, como seu, propõe diretamente aos fiéis, o qual estudos recentíssimos restituíram à sua integridade e pureza.
Por tais motivos, o canto gregoriano foi sempre considerado como o modelo supremo da música sacra, podendo com razão estabelecer-se a seguinte lei geral: uma composição religiosa será tanto mais sacra e litúrgica quanto mais se aproxima no andamento, inspiração e sabor da melodia gregoriana, e será tanto menos digna do templo quanto mais se afastar daquele modelo supremo.
O canto gregoriano deverá, pois, restabelecer-se amplamente nas funções do culto, sendo certo que uma função eclesiástica nada perde da sua solenidade, mesmo quando não é acompanhada senão da música gregoriana.
Procure-se nomeadamente restabelecer o canto gregoriano no uso do povo, para que os fiéis tomem de novo parte mais ativa nos ofícios litúrgicos, como se fazia antigamente.
4. As sobreditas qualidades verificam-se também na polifonia clássica, especialmente na da Escola Romana, que no século XVI atingiu a sua maior perfeição com as obras de Pedro Luís de Palestrina, e que continuou depois a produzir composições de excelente qualidade musical e litúrgica. A polifonia clássica, aproximando-se do modelo de toda a música sacra, que é o canto gregoriano, mereceu por esse motivo ser admitida, juntamente com o canto gregoriano, nas funções mais solenes da Igreja, quais são as da Capela Pontifícia. Por isso também essa deverá restabelecer-se nas funções eclesiásticas, principalmente nas mais insignes basílicas, nas igrejas catedrais, nas dos Seminários e outros institutos eclesiásticos, onde não costumam faltar os meios necessários.
5. A Igreja tem reconhecido e favorecido sempre o progresso das artes, admitindo ao serviço do culto o que o gênio encontrou de bom e belo através dos séculos, salvas sempre as leis litúrgicas. Por isso é que a música mais moderna é também admitida na Igreja, visto que apresenta composições de tal qualidade, seriedade e gravidade que não são de forma alguma indigna das funções litúrgicas.
Todavia, como a música moderna foi inventada principalmente para uso profano, deverá vigiar-se com maior cuidado por que as composições musicais de estilo moderno, que se admitem na Igreja, não tenham coisa alguma de profana, não tenham reminiscências de motivos teatrais, e não sejam compostas, mesmo nas suas formas externas, sobre o andamento das composições profanas.
6. Entre os vários gêneros de música moderna, o que parece menos próprio para acompanhar as funções do culto é o que tem ressaibos de estilo teatral, que durante o século XVI esteve tanto em voga, sobretudo na Itália. Este, por sua natureza, apresenta a máxima oposição ao canto gregoriano e à clássica polifonia, por isso mesmo às leis mais importantes de toda a boa música sacra. Além disso, a íntima estrutura, o ritmo e o chamado convencionalismo de tal estilo não se adaptam bem às exigências da verdadeira música litúrgica.
III. Texto Litúrgico
7. A língua própria da Igreja Romana é a latina. Por isso é proibido cantar em língua vulgar, nas funções litúrgicas solenes, seja o que for, e muito particularmente, tratando-se das partes variáveis ou comuns da Missa e do Ofício.
8. Estando determinados, para cada função litúrgica, os textos que hão de musicar-se e a ordem por que se devem cantar, não é lícito alterar esta ordem, nem substituir os textos prescritos por outros, nem omiti-los na íntegra ou em parte, a não ser que as Rubricas litúrgicas permitam suprir, com órgão, alguns versículos do texto, que são simplesmente recitados no coro. É permitido somente, segundo o costume romano, cantar um motete em honra do S. Sacramento depois do Benedictus da Missa solene. Permite-se outrossim que, depois de cantado o ofertório prescrito, se possa executar, no tempo que resta, um breve motete sobre palavras aprovadas pela Igreja.
9. O texto litúrgico tem de ser cantado como se encontra nos livros aprovados, sem posposição ou alteração das palavras, sem repetições indevidas, sem deslocar as silabas, sempre de modo inteligível.
IV. Forma externa das composições sacras
10. As várias artes da Missa e Ofício devem conservar, até musicalmente, a forma que a tradição eclesiástica lhes deu, e que se encontra admiravelmente expressada no canto gregoriano. É, pois, diverso o modo de compor um Intróito, um Gradual, uma Antífona, um Salmo, um Hino, um Glória in excelsis, etc.
11. Observem-se, em particular, as normas seguintes:
a) O Kyrie, o Glória, o Credo, etc., da Missa, devem conservar a unidade de composição própria do texto. Por conseguinte, não é lícito compô-las como peças separadas, de modo que, cada uma destas forme uma composição musical tão completa que possa separar-se das restantes e ser substituída por outra.
b) No ofício de Vésperas deve seguir-se, ordinariamente, a norma do Caeremoniale Episcoporum que prescreve o canto gregoriano para a salmodia, e permite a música figurada nos versículos do Gloria Patri e no hino.
Contudo, é permitido, nas maiores solenidades, alternar o canto gregoriano do coro com os chamados "falsibordoni" ou com versos de modo semelhante convenientemente compostos. Poderá também conceder-se, uma vez por outra, que cada um dos salmos seja totalmente musicado, contanto que, em tais composições, se conserve a forma própria da salmodia, isto é, que os cantores pareçam salmodiar entre si, já com motivos musicais novos, já com motivos tirados do canto gregoriano, ou imitados deste.
Ficam proibidos, nas cerimônias litúrgicas, os salmos de concerto.
c) Conserve-se, nas músicas da Igreja, a forma tradicional do hino. Não é permitido compor, por exemplo, o Tantum ergo de modo que a primeira estrofe apresente a forma de romanza, cavatina ou adágio e o Genitori a de allegro.
d) As antífonas de Vésperas têm de ser cantadas, ordinariamente, com a melodia gregoriana que lhes é própria. Porém, se em algum caso particular se cantarem em música, não deverão nunca ter a forma de melodia de concerto, nem a amplitude dum motete ou de cantata.
V. Os cantores
12. Excetuadas as melodias próprias do celebrante e dos ministros, que sempre devem ser em gregoriano, sem acompanhamento de órgão, todo o restante canto litúrgico faz parte do coro dos levitas. Por isso, os cantores, ainda que leigos, realizam, propriamente, as funções de coro eclesiástico, devendo as músicas, ao menos na sua maior parte, conservar o caráter de música de coro.
Não se entende com isto excluir, de todo, os solos; mas estes não devem nunca predominar de tal maneira que a maior parte do texto litúrgico seja assim executada; deve antes ter o caráter de uma simples frase melódica e estar intimamente ligada ao resto da composição coral.
13. Os cantores têm na Igreja um verdadeiro ofício litúrgico e, por isso, as mulheres sendo incapazes de tal ofício, não podem ser admitidas a fazer parte do coro ou da capela musical. Querendo-se, pois, ter vozes agudas de sopranos e contraltos, empreguem-se os meninos, segundo o uso antiquíssimo da Igreja.
14. Finalmente, não se admitam a fazer parte da capela musical senão homens de conhecida piedade e probidade de vida, os quais, com a sua devota e modesta atitude, durante as funções litúrgicas, se mostrem dignos do santo ofício que exercem. Será, além disso, conveniente que os cantores, enquanto cantam na igreja, vistam hábito eclesiástico e sobrepeliz e que, se o coro estiver muito exposto à vista do público, seja resguardado por grades.
VI. Órgão e Instrumentos
15. Posto que a música própria da Igreja é a música meramente vocal, contudo também se permite a música com acompanhamento de órgão. Nalgum caso particular, com as convenientes cautelas, poderão admitir-se outros instrumentos nunca sem o consentimento especial do Ordinário, conforme as prescrições do Caeremoniale Episcoporum.
16. Como o canto tem de ouvir-se sempre, o órgão e os instrumentos devem simplesmente sustentá-lo, e nunca encobri-lo.
17. Não é permitido antepor ao canto extensos prelúdios, ou interrompê-lo com peças de interlúdios.
18. O som do órgão, nos acompanhamentos do canto, nos prelúdios, interlúdios e outras passagens semelhantes, não só deve ser de harmonia com a própria natureza de tal instrumento, isto é, grave, mas deve ainda participar de todas as qualidades que tem a verdadeira música sacra, acima mencionadas.
19. É proibido, na Igreja, o uso do piano bem como o de instrumentos fragorosos, o tambor, o bombo, os pratos, as campainhas e semelhantes.
20. É rigorosamente proibido que as bandas musicais toquem nas igrejas, e só em algum caso particular, com o consentimento do Ordinário, será permitida uma escolha limitada, judiciosa e proporcionada ao ambiente de instrumentos de sopro, contanto que a composição seja em estilo grave, conveniente e semelhante em tudo às do órgão.
21. Nas procissões, fora da igreja, pode o Ordinário permitir a banda musical, uma vez que não se executem composições profanas. Seria para desejar que a banda se restringisse a acompanhar algum cântico espiritual, em latim ou vulgar, proposto pelos cantores ou pias congregações que tomam parte na procissão.
VII. Amplitude da Música Sacra
22. Não é licito, por motivo do canto, fazer esperar o sacerdote no altar mais tempo do que exige a cerimônia litúrgica. Segundo as prescrições eclesiásticas, o Sanctus deve ser cantado antes da elevação, devendo o celebrante esperar que o canto termine, para fazer a elevação. A música da Glória e do Credo, segundo a tradição gregoriana, deve ser relativamente breve.
23. É condenável, como abuso gravíssimo, que nas funções eclesiásticas a liturgia esteja dependente da música, quando é certo que a música é que é parte da liturgia e sua humilde serva.
VIII. Meios principais
24. Para o exato cumprimento de quanto fica estabelecido, os Bispos, se ainda não o fizeram, instituam, nas suas dioceses, uma comissão especial de pessoas verdadeiramente competentes na música sacra, à qual confiarão o cargo de vigiar as músicas que se vão executando em suas igrejas para que sejam conformes com estas determinações. Nem atender somente a que sejam boas as músicas, senão também a que correspondam ao valor dos cantores, para haver boa execução.
25. Nos Seminários e nos Institutos eclesiásticos, segundo as prescrições tridentinas, consagrem-se todos os alunos ao estudo do canto gregoriano e os superiores sejam liberais em animar e louvar os seus súditos. Igualmente, onde for possível, promova-se entre os clérigos a fundação de uma Schola Cantorum para a execução da sagrada polifonia e da boa música litúrgica.
26. Nas lições ordinárias de Liturgia, Moral e Direito Canônico, que se dão aos estudantes de teologia, não se deixe de tocar naqueles pontos que, de modo mais particular, dizem respeito aos princípios e leis da música sacra, e procure-se completar a doutrina com alguma instrução especial acerca da estética da arte sacra, para que os clérigos não saiam dos seminários ignorando estas noções, tão necessária à plena cultura eclesiástica.
27. Tenha-se o cuidado de restabelecer, ao menos nas igrejas principais, as antigas Scholae Cantorum, como se há feito já, com ótimo fruto, em muitos lugares. Não é difícil, ao clero zeloso, instituir tais Scholae, mesmo nas igrejas de menor importância, e até encontrará nelas um meio fácil para reunir em volta de si os meninos e os adultos, com proveito para eles e edificação do povo.
28. Procure-se sustentar e promover, do melhor modo, as escolas superiores de música sacra, onde já existem, e concorrer para as fundar, onde as não há. É sumamente importante que a mesma igreja atenda à instrução dos seus mestres de música, organistas e cantores, segundo os verdadeiros princípios da arte sacra.
IX Conclusão
29. Por último, recomenda-se aos mestres de capela, aos cantores, aos clérigos, aos superiores dos Seminários, Institutos eclesiásticos e comunidades religiosas, aos párocos e reitores de igrejas, aos cônegos das colegiadas e catedrais, e sobretudo aos Ordinários diocesanos, que favoreçam, com todo o zelo, estas reformas de há muito desejadas e por todos unanimemente pedidas, para que não caia em desprezo a autoridade da Igreja que repetidamente as propôs e agora de novo as inculca.
Dado em o Nosso Palácio do Vaticano, na festa da Virgem e Mártir Santa Cecília, 22 de novembro de 1903, primeiro ano do nosso pontificado.
PAPA PIO X

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Nota de Falecimento

A morte é sempre triste e cheia de lembranças e por si funesta, mesmos sabendo que para quem serve a Cristo ela é o começo para uma vida eterna, ainda sim ela não deixa de ser temida e triste.
Hoje recebemos a notícia da morte de um amigo  que também já foi músico de nossa Orquestra, homenageamos  Everton  pelo tempo que viveu entre nós na Orquestra como Trombonista, no grupo de corinhas como acólito, e na vida como amigo e irmão, e deixamos nossos sentimentos à sua família.
Esses momentos são propicios para pensarmos sobre nossa morte e perebemos que aproveitar a vida é servir a Cristo até o ultimo dia de nossa viageem terrena.

Requiem aeternam dona eis, Domine, et lux perpétua luceat ies.
Oraçao de Santa Cecília
 Ó gloriosa Santa Cecília, apóstola de caridade, espelho de pureza e modelo de esposa cristã! Por aquela fé esclarecida, com que afrontastes os enganosos deleites do mundo pagão, alcançai-nos o amoroso conhecimento das verdades cristãs, para que conformemos a nossa vida com a santa lei de Deus e da sua Igreja.
Revesti-nos de inviolável confiança na misericórdia de Deus, pelos merecimentos infinitos de Nosso Senhor Jesus Cristo. Dilatai o nosso coração, para que, abrasados do amor de Deus, não nos desviemos jamais da salvação eterna.
Gloriosa Padroeira nossa, que os vossos exemplos de fé e de virtude sejam para todos nós, um brado de alerta, para que estejamos sempre atentos à vontade de Deus, na prosperidade como nas provações, no caminho do céu e da salvação eterna.
Amém.

Promoção da Orquestra

Caros seguidores,
Nossa Orquestra não possui um grande número de benfeitores, assim temos para a manutenção dela promover rifas e promoções, para podermos amplia-lá, Nosso trabalho não pode parar!!!
Por isso, peço a todos que nos ajudaram com a aquisição de blocos para a venda, que já  os devolvam pois no próximo dia 27 acontecerá na sede da Orquestra (Paróquia Nossa Sra. da Anunciação) o sorteio da rifa.

Deixarei depois do post o endereço de nossa sede, se alguém se interessar em ajudar poderá ligar para lá e falar com alguém responsável, ou ainda poderá deixar algum comentário logo depois da postagem e a gente entra em contato. 

Paróquia Nossa Senhora da Anunciação 

Endereço
Rua Cap Argemiro M Wanderley, 77
Cidade: Curitiba / PR
CEP: 81.130-160
Tel: (41) 3246-3542

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Organização da Orquestra

Boa Tarde a todos,
Desculpem mas ainda o blog não esta pronto, mas mesmo estando em edição, vamos procurar colocar postagens diariamente.
A orquestra Sagrado Coração de Jesus nasceu no dia 06 de Agosto de 2005, este ano completamos cinco anos desde nossa fundação, como uma instituição sem fins lucrativos com o objetivo de ensinar música, para jovens de nossa região, bem como, ensinar a eles valores esquecidos em nossa sociedade pós-moderna.
Hoje contamos com mais de 40 jovens músicos e um vasto repertório de músicas religiosas, populares e clássicas.

Nosso fundador e Maestro Emérito Sd. Rafael Rodrigo Scolaro, nos auxilia diretamente na coordenação e regência;
Também contamos com a presença do Maestro André Luis de Deus Bueno;
Spalla Tiago Soares da Gama;

A Coordenação da Orquestra contamos  como coordenador com o Maestro André Luis de Deus Bueno,
Como vice-Coordenador o Spalla Tiago Soares da Gama,
E secretário Jader Luiz Costa Simiano

Na equipe técnica como arquivistas e auxiliares da produção contamos com a assistência de:

Kelvin Geraldo Zizycki ;
Jader Luiz costa simiano;
Roberto Luiz costa simiano;
Tiago soares da gama.
E na equipe de manutenção:

Kelvin Geraldo Zizycki ;
Jader Luiz Costa Simiano; 
Tiago soares da gama.

domingo, 14 de novembro de 2010

Blog Da Orquestra

Neste Ano de 2010, nossa Orquestra com a volta de nosso fundador de Courtalan, na França, passou por vários aprimoramentos, por celebrações e fatos que marcaram nossa história, o quinto aniversário da Orquestra, a ampliação dela, e agora, a criação de Nosso Blog.
Por meio do Blog, pretendemos de maneira mais evicaz anunciar nossos concertos, e eventos para todos, bem como postar avisos e assuntos importantes, da orsquestra.
Esperamos nos organizar o mais rápido possível, para o término da edição do Blog e o começo de nossos trabalhos agora via internet.
Até a próxima postagem.
In Cordi Iesu Semper